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O Meu Bom Dia Especial de Hoje vai para a querida Ieda Boucault. Ela é a presidente do Tradef, o Trabalho de Apoio ao Deficiente, que promove a partir de hoje a 8ª Expo Guirlandas Solidárias, no Mogi Shopping. Na Roma antiga, as guirlandas eram expostas nas portas das casas para favorecer a saúde das pessoas que nelas moravam. O adorno continua em alta nos dias de hoje no período natalino, simbolizando o sentimento de renovação e esperança. Com este espírito, o Mogi Shopping e o grupo Mulheres em Ação (MEA) promovem o evento, que acontece próximo ao Balcão de Informações, até o dia 25 de novembro, com a participação de 34 artistas mogianos e empresas. O evento será em benefício do Tradef sempre muito bem conduzido pela brilhante Ieda. A ação também tem como objetivo promover a solidariedade, levando os artistas convidados a demonstrar suas habilidades, criatividade, espírito de colaboração e benevolência. As peças poderão ser adquiridas pelos visitantes. As guirlandas ficam expostas de segunda a sábado das 10 às 22 horas, e aos domingos, das 10 às 14 horas. Vale a pena conferir a exposição. Um beijo carinhoso para a Ieda e a todos que ajudaram na realização do evento!

O sorriso de Deus

Havia um pequeno menino que tinha o desejo de se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente. Um dia encheu a sua mochila com pedaços de bolo e refrigerante e saiu para brincar no parque. Encontrou um velhinho sentado em um banco da praça, olhando os pássaros.

O menino sentou-se junto a ele, abriu a mochila e ia tomar um gole de refrigerante, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então, lhe ofereceu um pedaço de bolo. O velhinho, muito agradecido, aceitou e sorriu. Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo; então ele ofereceu-lhe o seu refrigerante. Mais uma vez, o velhinho sorriu. O menino estava tão feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo bolo e bebendo guaraná pelo resto da tarde, sem falarem um ao outro.

Quando começou a escurecer, o menino resolveu voltar para casa, mas, antes de sair, deu um grande abraço no velhinho. Aí, o velhinho deu-lhe o maior sorriso que ele já havia recebido. Quando o menino entrou em casa, sua mãe se surpreendeu ao ver a sua felicidade: “O que você fez hoje que te deixou tão feliz assim?”. Ele respondeu: “Passei a tarde com Deus. Você sabia, que Ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi?”
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa com um radiante sorriso e o seu filho perguntou: “Por onde você esteve que está tão feliz?”. E ele respondeu: “Comi bolo e tomei guaraná com Deus. Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava?”

“A grandeza de um homem depende da intensidade de suas relações com Deus.” – Antonie de Saint-Exupéry

Secretário de Saúde da Prefeitura Municipal de Suzano, Eduardo Sélio Mendes Junior, esclarece agora ao vivo aos ouvintes da Rádio Metropolitana reclamações e questionamentos da cidade sobre o atendimento das Unidades Básicas de Saúde, dívidas da Santa Casa, casos de falsos médicos, entre outros problemas.

Click aqui e acompanhe a Rádio Metropolitana AM 1070 ao vivo.

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O Meu Bom Dia Especial de Hoje vai para a querida Ana Marcelina Alves. Ela é moradora do Jardim Nova União, em Mogi das Cruzes, e sempre acompanha o “Radar Noticioso”, na Rádio Metropolitana AM 1070. Aproveito a mensagem de hoje para desejar muita saúde, com prosperidade, na vida da Ana Marcelina com um texto, que fala especialmente sobre a superação do egoísmo e do orgulho. Vale a pena conferir!

 

O frio que vem de dentro…

Seis homens ficaram presos numa cabana por uma avalanche de neve. Teriam de esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver. O primeiro homem era um racista. Ele olhou para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então, ele raciocinou consigo mesmo: “Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro”. E guardou-as, protegendo-as dos olhares dos demais.

O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou: “Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso”. O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira. Não havia sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era prático: “É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem”. E guardou suas lenhas.O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou: “Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar a minha lenha”. O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um alienado, olhando para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil. O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido: “Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho, não darei a ninguém”. Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou. Ao alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à cabana, encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.