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LUIZ FELIPE PONDÉ
Enviado pelo diretor comercial do Mogi News, Wilson Bego...
7 sinais de que você pode ser dependente de internetDe acordo com a Equipe Dependência de Internet do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (IPq/USP), para saber se uma pessoa está desenvolvendo o transtorno é necessário fazer algumas perguntas sobre os próprios hábitos na rede.
1- Você fica mais tempo na internet do que com pessoas “reais”? Se você costuma gastar suas horas com atividades on-line mais do que com pessoas da sua família, amigos ou de outro tipo de relacionamento, realmente você precisa ficar atento, pois este é um dos primeiros sintomas do problema. 2- Você não consegue manter seu próprio controle na net? Caso você se conecte na internet apenas para “dar uma olhada” e acaba ficando bem mais do que o planejado, cuidado! Este pode ser um claro sinal de dependência de internet. 3- Você acha que “sem a internet não dá para ficar”? Se por qualquer razão você não pode estar on-line durante algumas horas/períodos e percebe-se ansioso, ou com tédio, ou irritado e, quando volta a conectar-se fica bem de novo, este é um péssimo sinal! 4- Você se percebe incapaz de diminuir o tempo on-line, mas, ao contrário, ele só aumenta? Caso você já tenha feito tentativas frustradas para diminuir o tempo de uso e venha notando que a cada dia que passa você permanece mais tempo conectado na net para ter a mesma satisfação, muito cuidado! Este é um forte sinal de dependência! 5- Você tem mentido ou disfarçado para os outros sobre o tempo em que você fica conectado? Desde que começou a ficar mais tempo on-line, se você tem tentado enganar ou mentir para seus familiares ou pessoas mais próximas a respeito da relação que você estabelece com o tempo na internet, isto é um gritante aviso! 6- Você sente que sem a internet a vida não teria graça? Se não consegue mais sentir o mesmo prazer que antes nas atividades off-line ou sente-se melhor na vida virtual do que em qualquer outra situação real. Ou ainda, tem notado que de um tempo para cá, desde que começou a usar com maior frequência a internet, vem sentindo-se irritado ou deprimido, cuidado! 7- Mesmo sem estar na frente do computador, preocupa-se com o que está acontecendo no mundo virtual? Quando você está envolvido em outras tarefas cotidianas e não pode estar on-line (nossa, que ansiedade!), chega em casa e corre para ligar seu computador (ou dá um jeito mesmo fora de casa) para ficar “inteirado” dos acontecimentos virtuais, estas atitudes podem indicar dependência de internet
Curso de extensão da USP discute a
cobertura da mídia sobre políticas públicas sociais
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07/02/2011 - 19h02 / Atualizada 07/02/2011 - 21h35 Quatro entre dez educadores desconhecem canais de denúncia de crimes na internet ANA IKEDA || Do UOL Tecnologia
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Você é mãe? Então leia essa reportagem... |
Mães tendem a omitir fatos sobre a criação de seus filhos quando
conversam sobre o assunto com outras mães, segundo um
levantamento feito por um site britânico.
Elas não revelam, por exemplo, a quantidade real de horas que as
crianças passam em frente à TV ou o que os filhos realmente
comem - revelou uma pesquisa britânica.
Estas omissões, ou mesmo "mentiras", também se aplicam a
questões como quanto tempo passam com o parceiro, revelou o
estudo feito pelo site Netmums. A pesquisa contou com a
participação de cinco mil pessoas.
O site britânico, que oferece suporte e aconselhamento sobre
assuntos ligados à maternidade e à educação dos filhos, disse
que com frequência mães sofrem pressão para se adequar a um
ideal de perfeição, e que, por isso, acabam omitindo fatos sobre
a educação dos filhos.
"As mães precisam ser mais honestas umas com as outras", disse
Siobhan Freegard, uma das fundadoras do site Netmums, que possui
840 mil membros em vários pontos da Grã-Bretanha.
O site está pedindo que as pessoas sejam mais honestas ao
descrever sua vida familiar para que as mães não se sintam
forçadas a se enquadrar em padrões idealizados de maternidade.
Dormindo ou fazendo bolo?
Quase dois terços dos entrevistados disseram que tinham sido
pouco francas ao descrever quão bem estavam lidando com as
dificuldades da vida familiar e quase a metade omitiu
preocupações financeiras.
Cerca de um quarto das mães admitiu não dizer a verdade sobre
quantas horas de televisão as crianças assistem. E um quinto
exagerou a quantidade de tempo dedicado a brincadeiras com as
crianças.
Freegard citou o caso de uma mãe que, exausta, decidiu voltar
para a cama durante o dia. Quando lhe perguntaram por que não
havia atendido o telefone, ela disse que estava fazendo
biscoitos e que suas mãos estavam cobertas de farinha.
Segundo os autores do estudo, outra situação comum em que mães
são pouco francas é em conversas com outras mães no portão da
escola.
Muitas mães não se sentem à vontade quando comparadas a outras e
esse sentimento de inadequação seria resultado de pressão
social: mais de nove entre dez entrevistadas admitiram
comparar-se a outras mães.
O site está lançando uma campanha que incentiva os pais a
aceitarem a realidade que vivem, ao invés de se sentirem mal por
não poderem se adequar a um mito de perfeição.
"A imperfeição nos torna humanos", disse Freegard.
Forte Pressão
Uma das entrevistadas, identificada como Becky, disse que era
difícil ser honesta: "Minha amiga estava me dizendo que limitava
o acesso do filho ao Playstation e eu concordei, dizendo que meu
filho também só jogava uma hora por dia, depois de fazer a lição
de casa".
"Depois de dizer isso, me senti mal por não dizer a verdade", a
mãe acrescentou. "É muito difícil levantar a mão e admitir que
você educa seus filhos diferentemente dos seus amigos".
O sociólogo e especialista em educação na família Frank Furedi
disse que os pais sofrem "pressões profundas" da sociedade. Ele
acrescentou que, mesmo com as melhores intenções, relatórios
como o estudo feito pelo site Netmums aumentam a pressão sobre
os pais.
"Pais são sempre julgados, de uma forma ou de outra - incluindo
por meio deste estudo. A solução real é deixar os pais à vontade
e publicar menos pesquisas".
A psicóloga Linda Papadopoulos aconselhou aos pais que deixem de
comparar-se uns aos outros."Você está competindo com ninguém
além de você mesmo, tudo o que você pode fazer é buscar o melhor
para você e seu filho".
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Enviado por Jacira do Amaral Camargo, de Suzano.
Vão ter que morrer mais quantas centenas de pessoas para o Governo Federal – antes Lula, agora Dilma – realmente fazer a sua parte. Como podemos levar esse país a sério. Leia a matéria que é manchete de hoje na Folha e analise você mesmo!
DE NOVO, A CHUVA |
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Centro
que deveria atuar no setor já existe, mas não teve verba
para desenvolver projeto integrado Rio já contabiliza 665 mortos por causa da chuva; governo aposta em supercomputador para aprimorar sistema ANA FLOR BRENO COSTA FLÁVIA FOREQUE DE BRASÍLIA FÁBIO AMATO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS O Planalto anunciou ontem a criação de um Sistema Nacional de Alerta e Prevenção de Desastres Naturais, um conjunto de medidas que, apesar do novo rótulo, já fazia parte das ações de um órgão do próprio governo criado em 2005. Esse conjunto de ações deveria ser realizado pelo Cenad (Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres), que não recebe verba para ampliação desde 2008 e agora perde espaço para o novo sistema. Segundo levantamento da ONG Contas Abertas, R$ 3,1 milhões estavam previstos nos últimos três anos para aumentar a estrutura do Cenad, vinculado à Secretaria Nacional de Defesa Civil, mas nada foi liberado. O Ministério de Ciência e Tecnologia não se pronunciou sobre o assunto. A verba seria utilizada, por exemplo, para a "aquisição dos equipamentos de informática e comunicação/geoprocessamento" e para a criação de uma rede de operações da Defesa Civil. As iniciativas foram anunciadas ontem pelo ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia), após uma reunião de ministros com a presidente Dilma Rousseff. Mercadante diz que o novo sistema será ancorado no supercomputador adquirido em dezembro. No próximo verão, segundo o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o supercomputador, um dos cinco mais rápidos do mundo, poderá monitorar com precisão áreas de até 3 km e dizer com detalhes quando e o quanto vai chover. O governo também planeja comprar 700 pluviômetros e novos radares. O sistema, no entanto, só deve funcionar a pleno vapor no fim de 2014. Pelo planejamento, áreas de risco serão alertadas até seis horas antes do evento climático. "Vamos implantar progressivamente. Mas esperamos respostas no próximo verão", disse Mercadante. A organização do sistema de leitura de informações é um dos desafios para viabilizar o novo sistema. Hoje, o mapeamento e a classificação de áreas de risco são feitos pelas prefeituras ou Estados, seguindo critérios díspares. Segundo Mercadante, o governo vai padronizar os critérios. SÓ FALATÓRIO O governo discute a criação de um novo sistema de alarme desde 2009. Neste período, apenas a criação de uma rede de radares necessitaria de cerca de R$ 110 milhões. Mas o dinheiro não saiu do papel. O ex-secretário de políticas e programas de pesquisa do ministério, Luiz Antonio Barreto de Castro, culpou o governo e instituições envolvidas na criação do sistema pelo fato de o projeto de 2005 não ter saído do papel. "A gente falou muito e fez muito pouco. Não consegui fazer com que o projeto avançasse", disse. O grupo, composto por 22 representantes do governo e de institutos, debateu o projeto por ao menos dois anos. Castro, que está sendo substituído por Carlos Nobre, ligado ao Inpe, afirmou também que a falta de "afinco" do instituto contribuiu para que o projeto não decolasse. O diretor do Inpe, Gilberto Camara, disse que a declaração de Castro é "completamente inverídica". "Infelizmente, o MCT não liberou nenhum recurso por nós solicitado. Lamentamos que o secretario [Castro] agora queira culpar o Inpe pelos erros que cometeu em sua gestão no MCT", disse. |
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Durante o recesso, não há sessões na Câmara e uma comissão representativa do Congresso Nacional se encarrega dos trabalhos parlamentares. Com isso, os deputados de 30 dias não participarão de qualquer atividade legislativa no mês de janeiro, mas poderão apresentar projetos de lei à comissão representativa. No entanto, se a comissão não se reunir para analisar tais projetos, eles serão arquivados no final da atual legislatura, que termina no próximo dia 31. Dezoito suplentes já assumiram o mandato nesse período – nove deles, pela primeira vez nesta legislatura. Já foram convocados pela Câmara os suplentes dos demais deputados (16) que tomaram posse em outros cargos. Três assumiram hoje (4) assumiram o mandato: Telma de Souza (PT-SP), que substituiu o chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, Flávio Antunes (PSDB-PR), no lugar de Luiz Carlos Hauly, que integrante do secretariado no Paraná, e R. Sá Filho (PSDB), substituto de Átila Lira (PSB), que agora é secretário do governo do Piauí. Telma, Antunes e Sá Filho consideram a posse simbólica. Deputada federal por três legislaturas e ex-prefeita de Santos, Telma de Souza destacou a coincidência de voltar à Câmara no momento em que uma mulher assume pela primeira vez a Presidência da República no Brasil. Para Flávio Antunes, o caráter simbólico se dá pelo fato de a região noroeste do Paraná, de onde ele vem, estar sem representante no Congresso Nacional há mais de 20 anos. “Sinto-me feliz com a posse. Durante mais de 20 anos, nossa região não teve deputado federal. Nestes 30 dias, mesmo com o recesso, podemos alavancar nossa região”, disse ele. Em janeiro de 2007, início da atual legislatura, o deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) apresentou proposta de emenda à Constituição (PEC 05/2007) proibindo que os suplentes assumissem mandatos em período de recesso parlamentar, como está ocorrendo agora. A PEC já teve sua admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça, mas parou por aí, e a comissão especial para analisar seu mérito não foi instalada até hoje. |
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“Desejamos e isso é o óbvio o melhor para o trabalhador, mas nós não queremos ver o país numa situação de dificuldade a partir do que o salário mínimo representa como indexador. Indexador de salário, indexador de aposentadorias e pensões, uma série de números que dependem do salário mínimo”, afirmou o ministro. Na qualidade de representante do quadro partidário peemedebista, Garibaldi Alves saiu em defesa do PMDB na decisão de anunciar que não está convencido de que os R$ 540 seja o valor máximo que o governo pode conceder aos trabalhadores, neste ano. Ele destacou que cabe a ele, como representante da equipe ministerial da presidenta Dilma Rousseff, defender e tentar um consenso em torno de um acordo. Garibaldi Alves Filho disse que, no encontro de ontem (4) à noite entre o comando do partido e seus integrantes no primeiro escalão do governo, o assunto não foi avaliado. “Na reunião, não se discutiu a questão do salário mínimo, se discutiu a questão do relacionamento do partido com o Executivo, mas essa questão pontual do salário mínimo não foi discutida. Até lamento porque seria oportuno.” Sobre sua gestão na Previdência Social, o ministro destacou duas frentes nas quais pretende fortalecer a fiscalização no combate à corrupção: sobre fraudes com empréstimos consignados de aposentados e pensionistas e sobre o recebimento das dívidas ativas. Garibaldi Alves Filho participou, no Senado, da posse do primeiro suplente e seu pai, Garibaldi Alves, na vaga da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), que se elegeu para o governo do estado. |
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Faço questão de colocar no meu blog o artigo do grande Elio
Garpari... leia porque vale a pena...
ELIO GASPARI
Ministério de medíocre continuidade
Dilma Rousseff nomeou 30 ministros, mas a pergunta de R$ 1
milhão continua lá: e Lula nisso?
NA MELHOR das hipóteses, Dilma Rousseff compôs um ministério de
continuidade buscando talentos no segundo escalão. Na pior,
apresentou uma promessa medíocre. Fez sua campanha prometendo
desenvoltura na educação e na saúde.
Manteve na Educação um titular franqueado por seu "Grande Mestre" e nomeou para a Saúde, credenciado pelo aparelho do PT, um infectologista vindo da pasta da articulação política, contaminado pelas febres inerentes ao cargo.
A nobiliarquia ministerial tem 35 marqueses e três duques que realmente contam: Fazenda (com a Receita), Justiça (com a polícia) e a Casa Civil, com o resto. Dos três, Guido Mantega é aquele que traz melhor desempenho. Pode não ser muita coisa, mas é alguma coisa.
Na Justiça, José Eduardo Cardozo prenuncia um comissariado movido pela obsessão de uma reforma política destinada a empurrar o voto de lista e o financiamento público (leia-se "pelo público") das campanhas eleitorais. Por enquanto, o principal objetivo dessa mobilização é erguer uma bandeira sob cuja sombra espera-se criar um arcabouço teórico que justifique a absolvição da quadrilha do mensalão.
Antonio Palocci chegará à Casa Civil com dois sucessos: a estabilização econômica durante o surto de terrorismo financeiro de 2002/2003 e uma espetacular dispensa pelo Supremo Tribunal Federal no caso da quebra do sigilo do caseiro Francenildo.
Irmanados na fé petista, Dilma e Palocci tendem a formar uma poderosa dupla. Não se deve esquecer, contudo, que a futura presidente assumiu de fato a Casa Civil em novembro de 2005, quando enfrentou o último canto daquilo que se denominava ekipekonômica.
Diante de um plano de ajuste fiscal de longo prazo, concebido nos ministérios da Fazenda (Palocci) e do Planejamento (Paulo Bernardo), ela mostrou a que viera. Detonou o trabalho ("rudimentar") e calou o contraditório: "Esse debate é absolutamente desqualificado, não há autorização do governo para que ele ocorra". Com esse episódio, fechou um ciclo iniciado nos anos 90, por meio do qual a "ekipekonômica" emparedava o governo com planos, entrevistas e artigos de notáveis.
Na verdade, não foi Dilma Rousseff quem prevaleceu. Ela apenas vocalizou a posição de Nosso Guia e tanto Palocci como Paulo Bernardo entenderam.
A boa notícia, ou pelo menos o depósito de esperanças, está numa trinca da bancada de feminina: Miriam Belchior (Planejamento), Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente). Elas têm a característica que identificava Dilma Rousseff em 2002, ao ser chamada para o Ministério de Minas e Energia. Acumulam currículos e, no caso das duas primeiras, militância petista.
Foi fácil para Dilma Rousseff compor um ministério que representa a continuidade do projeto de poder de Lula. Fica faltando definir o papel de Nosso Guia a partir de 2 de janeiro, quando retornará ao mundo onde os sinais de trânsito podem estar fechados, portas não abrem sozinhas e, como já percebeu, as pastilhas Valda de Guido Mantega vão para Dilma.
Depois de todo o esforço de composição do ministério o governo de Dilma Rousseff continua onde sempre esteve: qual o papel de Lula, o pau do circo, que não está em lugar nenhum, mas deu a todos os lugares onde estão?
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